Diante do infinito, toda glória é efêmera, toda conquista é passageira, assim como toda aflição é fugaz.
Diante da vastidão do universo, todos somos ínfimos, tal como um grão de poeira. E nossos problemas são ainda menores e mais insignificantes.
Todas as diferenças causadoras de guerras e conflitos se tornam imperceptíveis de uma perspectiva mais ampla, a partir da qual não passamos de meros pontos indistintos uns dos outros.
E no entanto, apesar de nossa pequenez, carregamos em nós um potencial infinito. Não há limites para a nossa consciência sondar.
É uma questão de escolha apegar-se às intrigas cotidianas retratadas no noticiário sempre repetitivo ou voltar-se para dentro de si e, assim, pegar impulso para ir além, pairando acima de consensos e libertando a nossa consciência dos grilhões que a mantêm aprisionada.